Diz-se, que a verdade um dia, sempre vêm a tona!
O famoso e mais do que divulgado, caso Isabella, sempre norteou a ação do crime em cima do casal, (pai e madrasta), o que foi verdade.
Enquanto a mídia e a própria polícia e promotoria davam audiência ao casal, passava despercebido como meto coadjuvante, o avô da menina: Antônio Nardoni.
Porém, o que não foi visto a época, é que em nenhum momento Antônio expressou qualquer sentimento relacionado a perda da neta e, de igual forma, como um leão feroz, apenas buscava incansavelmente a defesa do filho, Alexandre Nardoni.
Nem mesmo a avó, apareceu consternada, tanto com a morte da neta, quanto do ato criminoso do filho.
Era nítido e notório, que Antônio exercia grande influência sobre o filho e é até passivo de dizer que este era comandado pelo pai e os interesses do pai, sobre o filho. Mas isto é assunto para a psicologia.
Pode-se até dizer, que Alexandre, foi também vítima deste episódio, assim como foi o caso do ator Guilherme de Pádua, (ambos influenciados por suas mulheres).
Nestes dois episódios, A Voz sempre teve uma visão clara sobre os crimes e agora, este está se confirmando, considerando-se o fato de que o de Guilherme já foi confirmado.
Ana Carolina Jatobá, é em verdade, uma desequilibrada mas com características reais de maldade.
Ela sim, foi quem provocou o princípio de morte da menina e neste contexto, entra o pai de Alexandre, que, como advogado e aficionado pelo filho, é certo que sugeriu o que foi exibido na matéria do telejornal Global e agora se expande por outros veículos de comunicação.
A menos que Alexandre tenha uma severa crise de arrependimento e de libertação da influência nociva do pai, poderá confessar que foi Antônio o mentor intelectual do crime ou, como no caso de Guilherme de Pádua, este casal, venha a se desentender e por conta disto, a própria Ana Carolina Jatobá, acabe abrindo a boca.
Antônio Nardoni é o verdadeiro réu e a verdade sobre esta participação só poderá ser confirmada de fato, se a justiça pedir e ainda tiver, a gravação desta conversa telefônica.
Outro caminho a ser seguido, é a própria família de Antônio, que também, em uma crise de arrependimento, possa delatar Antônio que em nenhum momento reconheceu Isabella como neta, nem viva, nem morta e nunca demonstrou qualquer sentimento de perda da menina, a não ser: o de tentar livrar o filho dominado por seus quereres; da cadeia.


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