É óbvio que a imprensa internacional já esteja noticiando a morte cerebral da ex-primeira dama, Marisa Letícia Lula da Silva.
A causa mortis, teve como pano de fundo, ainda que real, uma hemorragia encefálica, que culminou na morte cerebral e, por conseguinte, a morte como um todo, levando a família a declarar a doação de órgãos da ex-primeira dama.
Nascida em sete de abril de mil novecentos e cinquenta em São Bernado do Campo, de família de imigrantes italianos e de vida agrícola, viveu desde os cinco anos no sítio do avô paterno.
De vida simples e pouca instrução, Marisa teve seu primeiro casamento donde se tornou e viúva e, em mil novecentos e setenta e três, conheceu Lula e seis meses após, se casaram.
Marisa foi o sustentáculo de Lula e sempre o acompanhou em sua jornada tanto sindical quanto política, até chegar a Presidência da República onde governou por oito anos e Marisa, primeira dama, também se tornou persona grata para a população, por seu carisma discreto e muita simplicidade.
Em meio as muitas perseguições políticas logo após o mandato de Lula, tendo Dilma como presidente, Marisa não esmoreceu e continuou ao lado do marido e sofrendo toda a sorte de perseguição e calúnias as quais até o momento nada foi provado.
Destes sórdidos episódios de total invasão a vida privada do casal, é certo que a ex-primeira dama não deva ter suportado o muito jogado em cima dela e o marido com a intenção única de difamá-los e ridicularizá-los diante a opinião pública.
Marisa Letícia Lula da Silva, morre sem ver o desfecho do lamaçal ao qual a sórdida elite brasileira a envolveu para atender aos seus interesses; não permitir que Lula volte a governar o país.
Portanto, mesmo que tenha sido um problema de doença causada por outros motivos ou de característica genética, a ex-primeira dama foi acometida pelo maior mau existente; calúnia e difamação.
O Brasil que se importa, não deve esquecer este dia!
Luigi Matté

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