O amor não existe sem a dor e é natural que
fiquemos abatidos quando, quem amamos está sofrendo.
Sofremos demais por causa dos outros, porque
nos falta diferenciar; que o nosso amor pelas pessoas tem que ter limites, senão,
ele deixa de ser amor e passa a ser “dor, doentio”, então é necessário
estabelecermos um limite para que possamos encontrar equilíbrio pessoal,
mantendo distância, racionalizando, sem fazer manutenção da pessoa que sofre,
dando inclusive à pessoa, possibilidade de se recuperar.
Dê o que precisa ser dado e negue o precisa
ser negado.
Tudo o que está partido, precisa ser
recuperado com calma. É necessário sair de um contexto de dificuldades, para
termos um pouco de tranquilidade. “Tenha coragem de dizer adeus àquilo que lhe
faz mal!”.
Às vezes criamos para o outro, amarras que
fazem parte das nossas projeções. Muitas vezes nós aprisionamos o outro dentro
das nossas expectativas.
Quando nós não nos livramos deste fardo,
somos capazes de nos boicotar e causar uma morte antecipada, pois a pessoa vai
perdendo a vontade de viver, a capacidade de sonhar, de ser feliz; tudo porque
um dia se amarrou a uma ilusão e permitiu que aquela ilusão se tornasse o
centro de sua vida.
“A paixão do momento, não vale o inferno da
vida toda!”
Analú Angeli
Acadêmica em Serviço Social
Escritora e Palestrante Comportamental e motivacional

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